sábado, 23 de junho de 2018

AVENIDA PASTEUR

Exatos 115 anos depois de planejada, a Avenida Pasteur é quase a mesma daquela imaginada pela comissão que criou a cidade de Belo Horizonte em 1895. As ruas são calçadas com pedras irregulares. O canteiro central é largo, arborizado, gramado e usado como ponto de descanso para pedestres depois do almoço. Nas pistas de rolamento, dos dois lados da avenida, cabe apenas um automóvel em cada mão, e mesmo assim a Pasteur nunca ficou engarrafada. Não fosse pelos prédios em seu entorno, que ocuparam o lugar das antigas casas de família, poderia-se dizer que, para ela, o tempo não passou.
Apesar de possuir pouco mais de 100 metros de extensão (um quarteirão), a avenida causa um misto de surpresa e admiração, já que parece ser bem pequena, diferente das outras avenidas da cidade.
A principal responsável pela conservação das características da Avenida Pasteur foi a construção do Colégio Pedro II, localizado de frente para a Avenida Alfredo Balena, entre as ruas Padre Rolim e Rio Grande do Norte. O Colégio foi erguido na década de 1930, tomou um pedaço da avenida, planejada inicialmente para servir como retorno entre a Alfredo Balena – que à época chamava-se Avenida Mantiqueira – e a Avenida Brasil.


Leia mais: https://bairrosdebelohorizonte.webnode.com.br/avenidas-e-ruas-de-bh-/

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